Nara Leão tem oito gravações inéditas lançadas em álbum póstumo que será disponibilizado no Dia da Bossa Nova

  • 19/01/2026
(Foto: Reprodução)
Nara Leão (1942 – 1989) tem a voz revivida no álbum póstumo 'A bossa rara de Nara', programado para ser lançado em 25 de janeiro Ricardo Chvaicer / Divulgação ♫ NOTÍCIA ♬ Uma das cantoras mais importantes da MPB, dona de discografia sempre antenada e por vezes até surpreendente, Nara Leão (19 de janeiro de 1942 – 7 de junho de 1989) sempre cantou em shows o cancioneiro da bossa nova, movimento do qual foi eleita musa à revelia da artista. Contudo, no que diz respeito aos registros em disco, Nara somente se reconciliou publicamente com o repertório da bossa a partir de álbum gravado em Paris e lançado em 1971 na forma de LP duplo. No próximo domingo, 25 de janeiro, chega às lojas um álbum póstumo da cantora, “A bossa rara de Nara”, com oito gravações inéditas desse cancioneiro eternamente associado à bossa nova. As oito gravações foram extraídas do material encontrado pelo produtor musical Raymundo Bittencourt em fita DAT em 2025, durante arrumação no estúdio de Bittencourt. Embora sem data, as gravações são presumivelmente dos anos 1980, década em que Nara passou a fazer shows e discos com Roberto Menescal. Bittencourt recuperou e digitalizou a voz da cantora nestes oito registros, mas preferiu não aproveitar o violão, optando por adicionar um acompanhamento instrumental à voz da artista. Além do próprio Raymundo Bittencourt ao violão, foram arregimentados os músicos Diógenes de Souza (baixo), João Cortez (bateria) e Leandro Freixo (flauta e teclados). É com esse acompanhamento posterior que Nara Leão canta as músicas “Chega de saudade” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958), “Fotografia” (Antonio Carlos Jobim, 1959), “Manhã de Carnaval” (Luiz Bonfá e Antonio Maria, 1959), “Tristeza de nós dois” (Maurício Einhorn, Bebeto Castilho e Durval Ferreira, 1960), “O barquinho” (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli, 1961), “Você e eu” (Carlos Lyra e Vinicius de Moraes, 1961), “Diz que fui por aí” (Zé Ketti e Hortênsio Rocha, 1964) e “Wave” (Antonio Carlos Jobim, 1967) no álbum “A bossa rara de Nara”. Capa do álbum 'A bossa rara de Nara', de Nara Leão (1942 – 1989) Divulgação

FONTE: https://g1.globo.com/pop-arte/musica/blog/mauro-ferreira/post/2026/01/19/nara-leao-tem-oito-gravacoes-ineditas-lancadas-em-album-postumo-que-sera-disponibilizado-no-dia-da-bossa-nova.ghtml


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