Rodrigo Maranhão repõe bloco autoral na rua com 'O amor e o tempo', álbum de samba com Mart'nália e Chico Chico

  • 09/02/2026
(Foto: Reprodução)
Rodrigo Maranhão promove o álbum 'O amor e o tempo', produzido por João Viana Leo Aversa / Divulgação ♫ NOTÍCIA ♬ Fundador do Bangalafumenga, bloco que tem desfile confirmado no Carnaval carioca para o próximo domingo, 15 de fevereiro, no Aterro do Flamengo, Rodrigo Maranhão também repõe outro bloco na rua ao retomar a discografia autoral quatro anos após o álbum “Mercado das flores” (2022) e quase 20 anos após a bela estreia solo no mercado fonográfico com “Bordado” (2007), álbum que trazia canções do compositor já conhecidas nas vozes das cantoras Maria Rita e Roberta Sá. Dois anos após um disco de intérprete, “Isso não é Maranhão” (2024), o cantor, compositor, violonista e cavaquinhista carioca promove “O amor e o tempo”, álbum lançado em 28 de janeiro com dez músicas inéditas de lavra própria. Gravado com produção musical de João Viana, o álbum “O amor e o tempo” traz as participações de Chico Chico em “Samba torto” (parceria de Maranhão com João Cavalcanti) e de Mart'nália em “Saudade de nós” (samba composto por Maranhão com Moyseis Marques). As dez músicas foram gravadas com banda formada pelos músicos Alberto Continentino (baixo), Davi Moraes (guitarra), João Viana (bateria) e Pretinho da Serrinha (percussão), aos quais foram se juntando outros instrumentistas de acordo com a necessidade de cada faixa. Além de ter tocado toda a percussão do álbum, Pretinho da Serrinha compôs com Rodrigo Maranhão a música “Levanta povo”. O repertório inteiramente autoral do álbum “O amor e o tempo” também é composto por parcerias de Maranhão com Gabriel Moura (“Eu sou Flamengo” e “Sebastiana”) e Zé Paulo Becker (“Saracuteio”). Sozinho, Rodrigo Maranhão assina as músicas “Samba vagabundo”, “Fora da cadência” e “O amor e o tempo”, construindo repertório que deu forma a um álbum centrado na vivência do samba ouvido e/ou tocado na rua e nos blocos. O universo do disco gravita em torno do que o artista caracteriza como “regionalidade carioca”. “Quem mora no Rio de Janeiro se acha muito cosmopolita e esquece que é regional”, lembra Rodrigpo Maranhão, sem a visão etnocentrista que embaça a visão cultural de muitos cariocas. Capa do álbum 'O amor e o tempo', de Rodrigo Maranhão Leo Aversa

FONTE: https://g1.globo.com/pop-arte/musica/blog/mauro-ferreira/post/2026/02/09/rodrigo-maranhao-repoe-bloco-autoral-na-rua-com-o-amor-e-o-tempo-album-de-samba-com-martnalia-e-chico-chico.ghtml


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